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4. Coffee House (K-drama)

A melhor definição de Coffee House é vergonha.

Coffee House é considerado a MAIOR VERGONHA dos dramas coreanos. Isso mesmo, MAIOR VERGONHA. Se você quiser assistir, vá em frente. Porém, recomendar recomendar mesmo eu não recomendo não. Como você nem precisa da minha recomendação, vamos aos fatos.

O fato da protagonista (Ham Eun Jung aka Kang Seung Yeon) ser uma completa idiota e não saber fazer nada direito me abalou profundamente. Isso porque gosto do ator Kang Ji Hwan, que claramente, acharam que a simples presença dele no drama seja relevante ao expoente máximo para aceitação do público. É me chamar de idiota. É me dar um soco na cara. É sambar na minha cara.

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Este roteirista estava, inegavelmente, aprendendo a escrever. Este roteirista estava, inegavelmente, tirando com a minha cara. Este roteirista estava, inegavelmente, assistindo poucos dramas. Este roteirista estava, inegavelmente, lendo poucos livros.

Confesso que a minha irritação maior foi a respeito dos personagens, todos tão sem graça, chatos mesmo, eram apenas esteriótipos exagerados de suas profissões (ou não) só para parecerem engraçados. Eu posso levantar a mão e dizer que SOBREVIVI ao 5 episódio para nunca mais.

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Sim, estou comentando algo que parei na metade porque não consegui! Porque eu tentei dar uma ajudinha e assistir por assistir. Mas não deu. Se alguém tiver aqui alguma opinião a favor que me faça voltar a vê-lo que fale agora ou se cale para sempre.

Foi de muito mal gosto a ideia do escritor egocêntrico (Kang Ji Hwan aka Lee Jin Soo), que se diverte às custas da retardada personagem principal. Senti uma imensa vergonha alheia e ainda ando me certificando de nunca conhecer um escritor na vida. Foi o trauma. Será um drama.

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Não gostei da Eun Young (Park Si Yeon). E também não dei risada com o inconveniente Han Ji Won (Jung Woong In). Pode ser talvez porque esses personagens tivessem personalidades com as quais eu não me atraio, pode ser porque me lembre pessoas detestáveis que já tive a oportunidade graciosa de conhecer.

Talvez eu tenha me frustrado com esse k drama porque é simplesmente uma quebra de paradigma com relação à personagem principal. Toda personagem principal tem atributos louváveis, como talento, inteligência, honra, orgulho, dignidade, honestidade e tudo com ade. Mas a nossa querida Seung Yeon… É tudo isso, só que não.

Quebrou tanto o paradigma que ainda estou precisando consertá-lo após este ligeiro trauma. Isso pode ser uma coisa boa já que vemos sempre dramas que são tão parecidos e às vezes repetem a mesma trama…Não estou tentando rimar, nem fazer drama.

Mais ou menos, a história é a seguinte: Kang Ji Hwan é o escritor excêntrico chamado Jin Soo Lee, que trabalha para Eun Young (que gosta dele), mas não entende seu lado estranho. O ex-noivo de Eun Young volta no 2° episódio (salvo erro).

Soo Lee é idiota o suficiente para querer lápis apontados por ele mesmo e gosta do gosto do café que ele mesmo faz. Ele é perfeito, pensando nele mesmo, escrevendo para ele mesmo, trabalhando para ele mesmo da maneira como convém a ele mesmo. Ele não gosta de celular, não gosta de barulho enquanto trabalha… E quem tem que aguentar tudo isso? Isso mesmo, a secretária.

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Mas Soo Lee tem que pagar uma quantia em dinheiro para um amigo (nome não importa, ele nem é importante), que é amigo também de Seung Yeon. Esse amigo sabe que Seung Yeon não tem trabalho e nem sabe fazer nada e, como gosta dela, quer ajudá-la. Então ele têm a brilhante ideia de pedir para Soo Lee contratar a Seung Yeon como secretária e dar à ela a quantia em dinheiro em forma de pagamento. Ela que não sabe nada e ele que é tão exigente… imaginem. Ele vai gostar de se divertir às custas dela, o que acontece é que Seung Yeon descobre e pede demissão.

Depois ela pede para voltar. Na verdade, creio fielmente que ela deveria mesmo é para ter pedido pra sair. Pede pra sair. Ela disse a ele que queria ser uma boa secretária e que queria que ele a tornasse profissional. Ele deu risada na cara dela. É nessas alturas da vida que eu percebo que quando estamos ferrados na vida, com azar em tudo que fazemos, com uma eterna Lei de Murphy no nosso encalço é que a probabilidade de entrarmos pessoas nas mesmas circunstâncias que a nossa e que irão atrapalhar mais ainda a nossa vida, é realmente muito grande.

A Seung Yeon já era toda ferrada daí ela encontrou um louco, Soo Lee. Também constato aqui que quando uma pessoa é muito perfeita em tudo a atração dela simplesmente é despertada por aquelas que não são perfeitas em nada. Talvez seja o caso, de Soo Lee com Seung Yeon, de (em Baby Faced Beauty) Ji Seung Il se interessar por Lee So Young.

Nas presentes considerações do drama e desse post, estou disposta a mudar de opinião quando conseguir terminar de ver, mas não prometo. (Há tantos melhores) Talvez aqui seja uma espécie de propaganda reversa, porque vocês sem dúvida se interessarão a respeito e procurarão ver com seus próprios olhos e a procurar uma opinião diferente da minha.

“Mas como ela não gostou de um k drama?” Sim, foi o primeiro que não gostei e por isso o post. (Até os ruins merecem posts, porque as pessoas baixam aleatoriamente e precisam de informações a respeito) Talvez alguns gostem, outros assistam por assistir, mas realmente não me chama atenção nem para continuar a baixar. É isso.

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”