11. Secret Garden (K-drama)

Fala Galera! E esses projetos de lei sambando na nossa cara? Realmente vejo todo mundo se mijando pelos cantos de medo de nossos míseros compartilhamentos serem todos extinguidos e deixando tudo loucamente em hiato e a câmara se preocupando tanto com a pornô/pirataria que eles mesmos baixavam em casa, ao invés de se preocupar com a fome na África, as constantes guerras no mundo árabe, repressão na Síria, greve nos transportes em Lisboa, e outras tantas coisas que precisavam de atenção… Mas, pra quê né?

Vamos falar de coisas boas. Hyun Bin. Quem não viu Secret Garden, corra agora mesmo e baixe loucamente. Vai por mim. Um dia esse clima de tensão constante acabará te asfixiando. Talvez você chore cabelos. Isso mesmo, cabelos. Então, por isso, SENTE O DRAMA. Se o jeito é esperar, então que seja com a máscara de Guy Fawkes. Este é o seu melhor, você tem certeza disso?

Só para deixar vocês com água na boca e com vontade desanimadora de ver mais k dramas, então vou falar de Secret Garden.

O drama conta a história de Kim Joo Won (Hyun Bin), um excêntrico e arrogante CEO, que tem fobia de elevador devido a um acidente em que quase perdeu a vida e nem Joo Won lembra disso.

Ra Gil Im (Ha Ji Won) é uma dublê pobre e humilde cuja beleza e corpo são o objeto de inveja das atrizes. Ela se encontra acidentalmente com Joo Won quando ele a confunde com a atriz principal que ela está dublando. Joo Won foi atrás da atriz devido a um pedido  Oska (Yoon Sang Hyun), seu primo e cantor famoso.

Joo Won vai a encontros às cegas porque quer encontrar uma esposa para se casar. Até então, ele não acredita em amor e sim em praticidade. Através de um desses encontros ele conhece Yoon Seul (Kim Sa Rang), ex namorada de Oska, e ela imediatamente se interessa por ele.

Sempre que Joo Won e Ra Gil Im estão juntos aparecem brigando, através do qual Joo Won tenta esconder uma atração cada vez maior por Ra Im que tanto a confunde e perturba. Ele sempre a segue e fica dizendo que não gosta dela, e a diferença social acaba sendo um grande entrave. Quando está em casa sozinho para não pensar nela, ele canta: Kim Soo Han Moo Geo Bukgi Wa Doo Roo Mi Sam Cheon Gab Sa Dong Bang Sark Chi Chi Ka Po Sa Ri Sa Ri Sen Ta Weo Ri Weo Ri Se BBu Ri Ka Moo Doo Sel La Goo Roomi Heo Ri Kae In Dam Byeo Rak Seo Sang Won eh Go Yang ee Ba Du Ki Neun Dol Dol ee… sim soo han moo

Quando eles veem já estão apaixonados com a vida deles se estreitando cada vez mais. Até que Ra Im como ela é fã do Oska e a loja de Joo Won faz uma promoção de viagem com ele, ela acaba sendo sorteada. É esse o ápice da história onde eles, depois de uma competição de bicicleta acabam passando a noite em uma cabana na floresta. É lá que tomam uma poção e acordam trocados de corpo. A maneira como eles fizeram essa situação ser cômica, é muito mais engraçada do que você já viu em qualquer filme por aí que explora a troca de corpo. Foram os episódios que mais gostei de ver!

Mas, daí você pensa que eles continuaram assim durante um bom tempo, até que eles descobrem que a chuva faz com que eles voltem ao normal. Quando eles pensam que está tudo bem, chove de novo. E de novo, mas justamente em situações de extrema importância para cada um deles em suas vidas pessoais e acaba virando tudo uma bagunça. Chove e ele está na rua e ela no corpo dele está no elevador. Descobrimos então que foi o pai de Ra Im, bombeiro, que salvou Joo Won do incêndio de um prédio em que ele estava preso no elevador, e que acabou morrendo em seu lugar.

Até que você entende que o real motivo disso acontecer é que Ra Im dublaria uma cena de carro e se acidentaria, ficando em coma. É o espírito do pai de Ra Im que dá a poção na floresta para os dois. Quando ela descobre que foi o pai dela quem morreu para salvá-lo, ela conta para ele. Joo Won vê a meteorologia e decide levá-la até a chuva. Ele se vê de alguma forma na obrigação de retribuir o que pai dela fez por ele e também, é claro, por seu amor por ela. É quando você já está com o coração na mão, e ele escreve uma carta para ela explicando tudo. Ele sempre disse que o romance deles eram como o da Pequena Sereia, que um deles dois desapareceria  feito bolas de espuma.

Então ela acorda como Joo Won e quando dormem novamente sonhando, veem o espírito do pai de Ra Im que explica que a magia acabou. Eles acordam em seus corpos novamente só que Joo Won não se lembra mais dela, toda a sua memória voltou há 13 anos atrás. Até que ele pega um exemplar de Alice no País das Maravilhas e vê um rascunho em que tem reescrito o final da Pequena Sereia: “Então a Pequena Sereia estava prestes a desaparecer em bolhas e o Princípe perguntou “Este é o seu melhor, tem certeza disso?” (Bordão de Joo Won) e vê que é a caligrafia dele mesmo e se lembra de tudo.

Depois eles se casam no civil apenas e têm três filhos e a mãe dele não aceitou o casamento. Oska e sua ex namorada, seu único amor, também reatam após perceberam que haviam se separado devido à mal-entendidos. Então você acaba querendo demais dos k dramas após ver esse, e perguntando sempre: Este é o seu melhor, você tem certeza disso?

Nem preciso dizer que foi o melhor da atuação de Hyun Bin, que esteve impecável nesse papel maravilhoso. Com certeza, este é o seu melhor. Com certeza, é o melhor dos k dramas.

PS.: A casa de Joo Won, sim, essa mesma, onde é? aqui.

PS2.: Abandonar k dramas, deve ser fácil, difícil mesmo é conseguir parar de escrever.

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

10. The musical (K-drama)

Hoje vou falar de um drama coreano que vi só até o episódio 10. Mas, que em forma de apelo pessoal peço encarecidamente que as fansubs não nos deixe na mão. Simplesmente continuem de onde pararam ou nos disponibilize online. Como já falamos, somos viciados nisso, então nos venda só mais um pouquinho de droga por favor.

Eu amei The Musical desde a primeira cena. Isso porque trouxe em mim aquele sentimento de seguir com o que queremos, de desejar desenfreadamente a realização de um sonho e ir ao encontro disso. The Musical é como A fantástica fábrica de chocolate, tem a beleza de Madame Bovary, tem a ambição de O retrato de Dorian Gray.

The Musical foi um k drama bem sucedido não só na proposta do enredo em si, mas também alcançou o patamar mais alto de uma produção que é você sentir vontade de entrar no clima como um DJ que conseguiu fazer você que não dançava, dançar. Aquele objetivo que é fazer você assistir milhões de vezes a mesma história e não cansar, é aquele encontrar a harmonia dos clássicos universais, é ser lembrado após muito e muito tempo por ter concebido uma obra-prima ou ter usado a fórmula/ideia certa.

The Musical é mais que a porrada de bons artistas que tem nele. A competência da produção e a magia daquelas músicas… Eu fiquei até com vontade de ver um musical de perto, eu já vi ópera e gostei, mas não tive a oportunidade de ver ao vivo um musical… Como Eun Bi descreveu a sensação de fazer um musical é eletrizante (e contagiar até o telespectador – eu dizendo).

Mostra que musical é mais que um monte de gente cantando e dançando loucamente. Ou não. The Musical conta a história de Go Eun Bi (Koo Hye Sun de Boys Before Flowers) uma garota que estuda medicina e sonha ser cantora de musicais. Logo no começo ela conhece o nosso lindo e maravilhoso Choi Daniel (de Baby Faced Beauty) que é um grande compositor de musicais, Hong Jae Yi, mas ele está bêbado e diz para ela não cantar se não tiver talento. Ela não acredita que ele é Hong Jae Yi, que se ele é Jae Yi então ela é Bae Kang Hee (Ok Joo Hyun) uma cantora famosa de musical. Mas Eun Bi só quer fazer musicais.

Com isso, ela recebe o “impulso” que faltava para se dedicar de vez aos musicais. Ela sai da faculdade de medicina e diz a avó (ela só tem pai) que seria só por um ano. Mas, em um ano ela faz 80 testes, mas não passou em nenhum por não ter formação adequada.

Eun Bi encontra um anúncio de teste para artista de musical masculino e se veste como um menino para a audição. No entanto, Yu Jin (Park Ki Woong), o investidor do musical, descobre que ela é mulher. Mas Eun Bi só quer fazer musicais.

Ela cruza o caminho de Sa Bok Ja (Park Kyung Rim), que afirma ser uma instrutora musical, mas só está a enrolando. Bok Ja se muda para a casa de Eun Bi e depois acabam se tornando amigas. Eun Bi acredita nela porque Eun Bi só quer fazer musicais.

Bae Kang Hee é ex namorada de Jae Yi e agora é esposa de Han Sang Won, produtor de musicais. Yu Jin trabalha com os dois e está procurando um musical para investir, logo lançam um concurso. O amigo (Goo Jak) de Jae Yi quer fazer um musical, mas não tem patrocínio, ele pede a Jae Yi que faça uma música para participar desse concurso.

Jae Yi conhece novamente Eun Bi através de Bok Ja. E por ela, resolve se envolver novamente com musicais (ele tinha parado por causa de Kang Hee). Resolve ajudá-la e quer torná-la uma melhor cantora que Kang Hee.

Kang Hee acaba ficando com ciúmes de Eun Bi que tem agora toda atenção de Jae Yi. Kang Hee quer o amor de Jae Yi de volta. Mas Eun Bi só quer fazer musicais. Ela gosta de Jae Yi, porque ele abriu as portas de fazer musicais e por isso ela o estima, só isso. Ela só quer fazer musicais, esteja claro.

Jae Yi compõe uma música especialmente para Eun Bi cantar no concurso. Todos gosta. Jae Yi é um fofinho, ele age de maneira tão doce com ela que você sente que pode vomitar arco-íris a qualquer momento. Kang Hee tenta complicar a vida de Eun Bi e Eun Bi nem percebe porque a idealiza. Então você até acaba ficando com raiva de ver Eun Bi desprezando o Jae Yi por causa de Kang Hee, e Kang Hee armando loucamente pra cima dela. Mas Eun Bi só quer fazer musicais.

Yu Jin tem uma história dramática de vida, o pai o deixou (sozinho tocando os negócios na empresa da família e na cidade, para viver no interior com a esposa que está doente e Yu Jin não sabe) e ele agora só vive para conseguir lucros para empresa, seus próprios familiares competem entre si e ele tem uma namorada amável. A vida dele vai bem até conhecer Eun Bi. Yu Jin é balançado por Eun Bi. (E Eun Bi apesar de não demonstrar muito também parece ter uma simpatia por ele) Mas Eun Bi só quer fazer musicais.

Até que o marido de Kang Hee fica com ciúmes de Jae Yi e promove outro investimento para Yu Jin, um musical estrangeiro… É tanto sai e entra de musical que acabamos confusos… O musical de Goo Jak e Jae Yi terá que ser adiado ou não será produzido. Mas Eun Bi só quer fazer musicais. Daí Kang Hee a convence a entrar como substituta dela no outro musical, que ela não pode ficar dependendo sempre de Jae Yi…

Não sei exatamente por quais razões (ainda não descobri) mas Eun Bi vai para o outro musical. Ela fica mais próxima de Yu Jin e briga com Jae Yi… Mas Eun Bi só quer fazer musicais, certo? Dá uma pena do caramba da namorada amável de Yu Jin, que percebe que ele está se afastando dela e está mais perto de Eun Bi e ela não pode fazer nada. Mas acredito que o final dela será feliz. Sendo ela a amabilidade em pessoa.

Aconteceu tudo isso e estou freneticamente esperando pelos últimos 5 capítulos!!! FIGHTING!!!! Eu não sei o que vai acontecer e nem posso prever, mas ESTOU LOUCA PRA SABER, EU QUERO MUITO SABER, EU QUERO, EU QUERO, EU QUERO.

Mas Eun Bi só quer fazer musicais e eu só quero ver os últimos episódios. Se vocês puderem me proporcionar essa felicidade, eu adoraria. Adoraria mesmo, sério. E quem sabe algum dia, ver esse musical que Eun Bi quer tanto fazer e eu não vi.

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

9. Personal Taste (K-drama)

Voltamos à discussão com a presença do ator Lee Min Ho, que muitos dizem que ele só tem beleza e na verdade não atua nada e outros dizem que ele é superdotado (de beleza e talento) de sobremaneira (benzadeus), deixando todos, vocês meros mortais, no chinelo.

Não ousarei entrar em tal discussão porque ainda, embora tenha visto três atuações dele em k dramas diferentes, é muita verdade dizer que o ator carrega o mesmo rosto de bebê com as mesmas expressões quanto está supostamente nervoso ou irritado em cena. Mas, ainda sim aquela covinha que ele exibe quando sorri cura todas as nossas decepções quanto à uma atuação debilitada e apagada todas as nossas definições de bons atores quando vemos. Sim ou sim?

Eu diria que é muita crueldade para com as mulheres exibir um homem assim nas telinhas. Nossa nossa assim você me mata.

Já falamos parcialmente de Personal Taste em um post a respeito da casa (Sanggojae) onde se passa o drama, por ter grande importância, etc etc etc, e você pode rever aqui.

Eu me apaixonei instantaneamente por Personal Taste: a) porque a presença de Lee Min Ho me deixou apaixonada, b) porque tem como tema arquitetura (eu faço arquitetura), c) porque o romance é bonitinho de se ver. s2 (éssedois)

Lee Min Ho é um jovem arquiteto, Jeon Jin Ho, que segue a carreira do pai, que morreu e teve a família injustiçada pelo antigo amigo de seu pai Han Yoon Sub, no caso, atual “inimigo” de Lee Min Ho, o qual ele quer vencê-lo a qualquer custo, em honra à memória de seu pai. Esse Han Yoon tem um filho, que é, no começo, o namorado (Kim Ji Suk aka Han Chang Ryul) da protagonista Park Kae In (Son Ye Jin). Ele é muito dedicado ao trabalho, sem muita vida social etc. etc.

Park Kae tem uma amiga, a Wang Ji Hye (de Protect the boss), que é a Kim In Hee, a amiga invejosa que deveria ir ao psiquiatra. Aquela desculpa de “eu queria tudo o que era dela” é lamentosa. Como vocês podem ver, In Hee é a nossa vilã, que no início rouba o namorado da amiga (Chang Ryul) e vai se casar com ele escondido de Park Kae In.

Park Kae In é aquela protagonista que tem já lá sua idade e é designer de móveis, como a falecida mãe, mas se sente deprimida quando seu emprego não rende muito e acaba se envolvendo com dívidas e como sempre confia nas pessoas e é muito inocente, acaba sendo passada para trás constantemente. Seu pai é o arquiteto que fez Sanggojae e está viajando, antes que ele volte ela tenta resolver sua dívida.

Chang Ryul também é arquiteto e compete com Jeon Jin Ho em seus projetos. Nesse ínterim, Chang Ryul termina com Park Kae, mas não diz que vai se casar com a amiga dela. Jin Ho conhece Park Kae quando estão indo ao mesmo evento e ela arma uma confusão com ele no ônibus e estraga sua maquete.

É muito interessante quando os casais se conhecem de forma desastrosa. GENTE, peguem a minha ideia. Já que ultimamente todo mundo está dando ideia na internet sobre o que fazer em forma de protesto e não sei o quê mais. Faça diferente. Hoje, me prometam que vocês irão arrumar confusão com alguém nas ruas amanhã. Pise no sapato de um cara gatinho (como Lee Min Ho, não o seu gato de estimação, entenda), caia propositalmente em frente a alguém que você queira conhecer ou então, se cair for muito mico, derrame qualquer coisa no colo da pessoa e fique pedindo mil desculpas ou simplesmente conhece a gritar no metrô que tal pessoa encostou em você. Sério, vão por mim. É romance que nós queremos. SALVE O ROMANCE.

Com isso, tem um concurso que Jin Ho quer muito vencer pelas razões ora supracitadas e o idealizador do concurso quer que a inspiração para o projeto do Museu de Arte seja Sanggojae. Mas ninguém nunca entrou na Sanggojae pois ela é fechada ao público. Jin Ho acaba descobrindo que Park Kae quer ter um inquilino, e como todo mundo adora tirar uma vantagem, ele se aproveita – que após algumas situações ela e a amiga acham que ele é gay – para se candidatar à vaga.

Macacos me mordam, mas essa de ser gay ser combinado à profissão de ser arquiteto é algo bem passado. Ainda hoje há quem brinque (e muito) com os nossos amiguinhos arquitetos sobre isso, o que, Carlos Nascimento se indignaria muitíssimo com vocês, seus burros, que zoam indiscriminadamente com base em esteriótipos, só porque eles gostam de se vestir de rosa, se preocupam com a aparência por serem muito meticulosos e gostam de tudo muito perfeito e organizadinho? Poxa né?

Aquele outro aspecto já passado de sou seu amigo mas sou gay, sou gay mas sou seu amigo é algo que realmente confunde as pessoas com suas amizades intensas rs, nada contra eu acho ótimo, desde que Min Ho seja meu amigo rs.

Confesso que esse drama foi um dos que mais gostei. Não sei se por mostrar tão bem a amizade e a confiança que eles criam um pelo outro, pelas boas cenas e situações. Como ela acredita que Jin Ho é gay ela até diz que gostaria de ser um homem para poder ficar com ele. Park Kae acaba indo ao casamento da amiga sem saber que o noivo é seu ex (de alguns dias atrás) e estraga a festa, ela decide que quer se vingar dele. Quando já está mais amiga de seu novo inquilino Jin Ho, ela pede para que ele a ajude com isso.

“Eu quero que você me torne uma mulher?” ela diz “Você sabe o que isso quer dizer?” ele diz, “Você, realmente, sabe o que isso quer dizer?” Então Jin Ho a ensina como um homem quer uma mulher ou como uma mulher deve ser. Ele diz que uma mulher tem que ser confiante, chegar atrasada a um encontro, não comer muito, escolher o lugar do encontro e principalmente não confiar muito nas pessoas. Com isso, Jin Ho ensina a ela “lições”, como direito a fazer compras em shopping como um amigo gay faria. Por que mesmo toda mulher quer um amigo gay?

Se você quiser pular tudo e ir direto para o melhor aconselho você a ver o episódio 10. Aquele beijo em que Lee Min Ho dá na protagonista, depois de dizer “Game Honda” (como uma amiga me disse que ele diz), na verdade é “Game over” e smach. Com “game over” ele se refere ao fim da vingança dela (para o que ele a “treinou”).

Nisso o concurso e as trapaças estão rolando soltas, e Jin Ho, que todos pensam que é gay, ganha a confiança e atenção especial do diretor (idealizador do concurso) que é gay. A confusão é cada vez maior, o pai de Park Kae volta e Jin Ho chega a admitir publicamente que é gay. O drama trata de até onde somos capazes de chegar para ter algo que queremos, até que ponto usaremos e feriremos as pessoas que estão ao nosso redor e que confiam em nozes?

A amiga invejosa não fica atrás e quer conquistar agora Jin Ho. E Chang Ryul a Park Kae. Uma parte importante de Jin Ho com In Hee é quando ela admite que, no fundo, queria o homem ideal que Park Kae dizia que era seu namorado, na época Chang Ryul. Esse homem ideal que Park Kae descrevia nunca existiu e o que In Hee desejava era amar da maneira que Park Kae amava e da forma como ela confiava, agora em Jin Ho.

Uma surpresa interessante do final é que Jin Ho para se redimir com sua mentira sobre ser gay e ter usado Park Kae para conhecer a Sanggojae, é que a inspiração de seu projeto final é uma maçã que Park Kae lhe dá de presente logo no começo quando ele vai morar com ela. Ele vence o concurso e eles são felizes para sempre na Sanggojae.

Vamos dizer que Jin Ho também aprende com isso. Talvez a ser mais humano como Park Kae, que faz tudo com o coração, a se comprometer mais com as pessoas que confiam nele e principalmente a amar. É muito bom falar de personagens, porque você se distancia e os critica como se eles fossem reais e você não.

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

Jessica Jung no Wild Romance

Bom, como todos estão postando sobre a Jessica Jung com sua aparição no Wild Romance no episódio de amanhã… Jessica Jung também poderia dar uma palavrinha sobre isso, não é mesmo?

Tenham overdose da Jessica nesse blog: JUNG ou quem sabe todas as fotos da Jessica do mundo: aqui. (O site Photo4Asian é bacana)

Depois de ter postado meu meme masterpiece do Before it was cool encontrei (MUITO TARDE uma foto que expressava melhor a ideia…

Então… vimos por aí já no youtube:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=5tCpKzyDVc0]

EEEEEEEEEEE

Agora Jessica Jung, está honrando nosso blog a caráter, o que, nós deixamos vocês livres para fazerem suas fanarts dela:

Porque a Jessica receberá seus presentes com carinho:

Só o que temos a dizer é FIGHTING!!!!1!

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

He was cool (K-movie)

Fala galera! Como segunda-feira é aquele dia que não faz bem para pele, estive colocando pepinos no meu rostinho de bebê e por isso não postei. Sorry, guys.

He was cool

Quando eu terminei de ver He was cool eu imediatamente me perguntei: “Nossa, mas por que mesmo eu sentia vergonha do cinema brasileiro?” Você percebe que você não precisa de um filme nacional bom para rever seus conceitos a respeito, mas sim assistir um filme ruim estrangeiro.

Uma contra dica seriam os filmes argentinos, porque senão depois de vê-los você se jogaria da janela por ser brasileiro. Sorte a nossa que preferimos os coreanos que são como comer em um restaurante à la carte.

He_Was_Cool k movie 1

Mas desse prato aqui eu nunca tinha provado, não. Como falei no início eu revi os conceitos da culinária brasileira e no quesito produção até que ela esteja bem. O cinema brasileiro perde quando tenta imitar os de fora e propõe ora histórias que só exploram a violência ora exploram os traumas psicológicos dos pobres, necessitados, excluídos, abandonados, marginalizados… Ele perde porque não tem nenhuma ousadia sequer em criar algo novo, uma ideia de filmar e escrever uma história que transmita mais uma raiz própria, a cultura nossa.

He was cool, já bem sei, era um esboço de k drama apenas com a história principal, necessitaria encorpar a história com personagens secundários e traminhas paralelas e pronto, k drama was completed.

he was cool

Só que não. Se você googlar He was cool a toda poderosa wikipédia nos diz que essa é uma adaptação do romance de Guiyeoni. E se você quiser um spoiler bem feito é lá também que você pode ir.

He was cool traz uma história engraçadinha de adolescentes no colegial, em que o principal é o Ji Eun-Sung (Song Seung Hun), um garoto metido a valentão que esconde um lado meigo e zeloso e aquele passado de vida/família difícil bla bla e bla. Ele quer ter uma namorada, como todos os garotos nessa idade “pô meu, todos têm namorada só eu não”.

He was cool korean movie

Ele conhece a Han Ye-Won (Jung Da Bin), que tentando fugir dele acaba caindo em cima dele e o beijando. Nisso, o nosso valentão nunca tinha sido beijado e diz a ela que se responsabilize por isso, que eles agora vão começar a sair, se casar.

Ela, no início, não gosta da ideia e também o acha estranho, mas como eles começam a sair e ela começa a conhecê-lo, ela passa de alguma forma a entender suas “estranhezas”. (Isso me lembra quando Makino começa a sair com Doumyouji).

He was cool

É um filme meiguinho que você pode assistí-lo comendo pipoca com o namorado e dizer: “oh, lembra de quando a gente começou a namorar?” você também poderá não prestar atenção nenhuma ao filme, porque eu já contei em duas linhas o principal.

Eu achei que o filme fala sobre mal-entendidos gerados com a falta de comunicação, nota-se que o ator principal fala muito pouco e acabava dando brigas entre o casal facilmente, também tem a intromissão de terceiros no relacionamento dos dois.

He was cool

Acontece de tal maneira que os dois terminam, tanta pela principal ainda ser imatura quanto pelas confusões e brigas do valentão. Até que, ELE TAMBÉM, vai embora por anos (não me lembro se 1) e depois volta para o desfecho, como ela antes tinha sonhado como garota romântica e etc. Mas o romântico foi ele que voltou depois de tanto tempo, beijos.

Palmas para o final. Quando ela está fazendo uma prova e ouve a citação de Romeu e Julieta e a esperança dela de eles se reverem no primeiro dia de primavera (é primeira?/ outono?/ inverno?) com aquela famosa cena da espera dele, no parque em frente à cabine telefônica… Ela como não o vê, pensa que ele não veio. Mas ela se vira e vê o coelho ela deu para Eun-Sung. Ela olha para cima e Eun-Sung está lá. Ela grita com ele dizendo: “Por que você deixou sem dizer adeus?” E Eun-Sung respondeu: “O verdadeiro amor não requer palavras.”

He was cool

O filme termina com a memória Eun Sung de infância de algum evento de abertura de uma escola primária, onde a única criança que iria beijá-lo foi Ye-Won. Sugerindo a ligação entre os dois, quando ele assiste a um vídeo que ela fez dela em seu quarto e tem uma foto dela quando criança.

he was cool

A história não foi nada mal, a produção não tão boa e não pareceu em nada com um filme. É como se de repente a Globo resolvesse fazer um compilation de O clone (algo que nunca imaginamos). A minha crítica talvez seja que um filme que tivesse características diferentes de uma série ou novela, mas eu não vi Crepúsculo e talvez não possa falar a respeito de adaptações de livros ruins. A história, apesar de ter pouco tempo, sempre se apresenta de maneira mais elaborada e instigante para o público, é sempre para se deixar um quê de questionamento…

Eu gostei de He was cool, mas realmente posso chamá-lo de filme? Este é o seu melhor? E com esse final brisa louca?

he was cool

Olha tem mangá francês: Scan Manga

“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

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