Browse Category: K-movie

5. Rough Cut (K-movie)

Rough Cut também conhecido como A movie is a movie (como está no animesxgames) foi um filme que me fez olhar diferente para os filmes coreanos. Esse filme me conquistou. Eu conheci um ator incrível So Ji Sub (que quero acompanhar seus outros trabalhos, ele fez Dating Now) e também, adivinhem, Kang Ji Hwan está nesse filme e a única coisa que ele não parece é ser gay – pois em todos os doramas que ele atua é meio estranho diga-se de passagem – como Lie to me ou Coffee House. Então, todas as nossas dúvidas com relação a ele estão sanadas (rs). Confesso que comecei a olhar Ji Hwan diferente (rs).

A movie is a movie é bom porque é a história de um filme dentro de um filme. Kang Ji Hwan interpreta um ator (Jang Soo-ta) despreocupado e pavio curto que está sempre sendo comentado na mídia de forma negativa por causa de brigas e etc. So Ji Sub aka Lee Kang Pae  é um gangster que já atuou em um filme e é fã do ator Jang Soo-ta. Eles se encontram e inevitavelmente eles se confrontam, dizendo “verdades” um para o outro sobre seus estilos de vida. Pode-se dizer que o encontro deles os modificaram de alguma forma.

Então, o novo filme que Soo-ta está atuando é de ação. Mas ele perde a paciência com o ator que contracena e o soca de verdade. A notícia corre e ninguém mais quer contracenar com Soo-ta. Soo-ta, para não perder a carreira e a credibilidade, vai à procura de um ator. Ele se lembra do gangster, que deixou seu telefone, e entra em contato com ele.

Kang Pae só topa fazer o filme se a ação for pra valer. Então, você fica pensando: um filme, falando de um filme que vai fazer cena de ação de verdade e reproduz (no começo do filme) como fazem cena de ação de mentira, ao mesmo tempo que todas essas cenas são de mentira. Mas você tem que acreditar que a próxima de ação é de verdade. Loco, não?

Inevitavelmente entramos na confusão dos próprios atores do filme que já não distinguem a vida real e os filmes. O tema do filme é fronteira entre a ficção e a realidade. Mas o filme não mantém a sua premissa de ser estimulante e bom o restante do filme, uma vez que deixa seu tema ofuscado com os acontecimentos e acaba se tornando apenas mais um. Dizem que o filme abordou um tema sugestivo, mas deixou escapar um olhar diferente sobre o tema. Não sei dizer, mas foi um filme bem concebido.

Valeu a pena ter assistido foi mesmo pela atuação de So Ji Sub, que com apenas sua presença consegue nos prender e conquistar totalmente. Ele me lembrou Johnny Depp, ele me lembrou Wagner Moura, ele me lembrou Toby Stephens. Caras estilosos, com carisma, com presença. Bom, você sabe do que estou falando. A interação entre Ji Sub e  Ji Hwan é boa e os diálogos entre os dois são cheios de significado.

Muitas são as confusões para a filmagem do filme e quando o filme termina, Kang Pae já antes balançado por sua nova ocupação, tenta deixar de ser um gangster, mas a realidade o chama de volta e ele percebe que já não pode sair e seu desejo de justiça o faz voltar a ser o que era, a ter o mesmo instinto.

Kang Pae tem aquela personalidade de personagem que nos apaixonamos à primeira vista. É realmente motivador vê-lo em cena. Ele é aquele cara que posa de ruim, com respostas curtas e grossas, mas que ele sabe o que está fazendo e onde quer chegar e acima de tudo, você percebe através disso que, mesmo gangster, ele sabe a definição  de valores e integridade.

Soo-ta aprende com Kang Pae a não ser um idiota qualquer que estraga, por nada, sua carreira. Ele também vê que Kang Pae consegue atuar bem melhor que ele no filme. Algo nesse filme tem o leve sabor de determinismo, desses quando lemos O Cortiço e outros livros assim, que trata de um realidade dura e cruel e o faz permanecer dentro dela apesar de tudo. É interessante observar que Soo-ta é o ator principal no filme de mentira, mas também o telespectador principal do Kang Pae – na vida real que seria dele – e ele percebe as distâncias e as semelhanças entre eles.

Eu gostei muito desse filme, das atuações, da fotografia… e dos rasgos de humor e diálogos impagáveis.

4. DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI DÓ (K-movie)

Olá, pra você que ficou muito mal de gripe e que não conseguiu nem pensar direito a não ser, ser levada pela rotina e afundada dela como mergulhada em lama. Sim, isso mesmo exagero é o meu nome. Pela primeira vez, Jang Geun Suk fazendo um principal um tanto quanto bobinho e que não tem uma história que gira em torno do seu próprio umbigo. .-.

Dó ré mi fá sol lá si dó conta uma história um pouco “crua” a primeira vista que vai se desenrolando até darmos de cara com o drama.

Jung Won (Cha Ye Ryun) é a personagem central do filme. Ela conhece EunGyu (Jang Geun Suk) que se torna seu vizinho. Eun Gyu ameaça contar para os pais Jung Won sobre seu trabalho noturno se ela não acompanhá-lo em seus ensaios de banda aka levar sua guitarra ao local do ensaio, sem opção Jung Won concorda em acompanhá-lo aos ensaios.

Jung Won acaba gostando de Eun Gyu, que é o vocalista de uma banda chamada Do Re Mi Fa La Si Do. (La Ti Do se preferir)  Os dois logo começam a namorar.

O “obstáculo” da vez é Hee Won (Jung Eui Chul – de Boys Before FlowersShut Up Flower Boy Band). Hee Won era amigo da Jung Won há 10 anos, mas Jung Won denunciou à polícia sobre um atropelamento e desde então Hee Won culpou Jung Won e parou de falar com ela completamente (o responsável do atropelamento que fugiu sem prestar socorro era o pai de Hee Won)…o que “destruiu” com a família de Hee Won, a mãe de Hee Won foi hospitalizada e o pai preso.

Jung Won fica surpreendida ao saber que seu ex-amigo agora é o melhor amigo de seu namorado. Mas ela fica sempre com um pé atrás, afinal ela chegou depois e no fundo tem muita pena e ponta de culpa pelo ocorrido com Hee Won.

Hee won admite para Eun Gyu que ainda gosta de Jung Won, apesar do que ela fez e ele a quer de volta. Jun Won aceita-o de volta em sua vida… mas Hee Won faz com que ela escolha entre ele e Eun Gyu, então ela escolhe Hee Won. (isso não é muito spoiler porque é realmente óbvio que ela vai escolher o Hee Won, pelo remorso, pela culpa etc. etc. etc.)

Eun Gyu fica muito mal e diz que “sem ela não é capaz de cantar novamente”. s2 Mas ela diz que não. Poucos meses depois Jung Won ouve que Eun Gyu sofreu um acidente e foi diagnosticado com amnésia temporária – ele se esquece de tudo sobre ela.

Ela, então, tenta fazê-lo se lembrar. Em uma apresentação da banda ele se lembra de tudo e implora para Jung Won não deixá-lo novamente. Ela promete que não o deixará.

É um filme bonitinho, é um trama conhecidinha, mas eu diria que é um personagem mais inocente e puro de Jang Geun Suk que já vi, ele parece ter menos vontade própria e está sempre à serviço dos amigos, mais panaca eu diria. Ele fez um belo par com Cha Ye Ryun e a história chatinha de Hee Won não colou muito.

PS.: Eu seria imensamente mais feliz se tivesse baixado o filme com uma resolução boa.

3. Baby and me (K-movie)

Estou na saga de assistir todas as participações de Jang Geun Suk em filmes e dramas. tsc. Vi Baby and me e achei realmente estava de volta à minha época do ensino fundamental em que eu voltava para casa da escola e assistia a Sessão da Tarde. Bons tempos. Só que agora a diferença é que voltando para casa assisto dramas legendados às duas da manhã. Sad.

Esse é um filme que mais senti a semelhança com aqueles filmes de comédia com Adam Sandler que seguem aquele padrão de rir-chorar-rir-chorar-rir, ou seja, situações engraçadas/inusitadas e momentos de drama, situações engraçadas/inusitadas e momentos de drama, situações engraçadas/inusitadas e momentos de drama…

O filme conta uma história comum aos nossos olhos de padrão comédia americana em que um garoto de colegial irresponsável mas coração mole, que só se mete em brigas e têm má conduta na escola, que (com a fuga de seus próprios pais de casa) ele vai ao supermercado sozinho e se depara com um bebê no seu carrinho e um bilhete dizendo que o filho é dele.

Com isso ele tem que bancar o pai e aprende a lidar com a situação, criando afeição pelo bebê e responsabilidade de trabalhar, assistir às aulas e cuidar da criança. Temos também um draminha (se é que se pode chamar de drama) com seus pais, seu pai é um homem rígido que diz coisas severas, mas que no fim é quem apoia o filho a cuidar da criança (quando volta pra casa) e sabemos que a mãe de Joon Soo o abandonou da mesma forma na porta da casa de seu pai (confuso).

Joon Soo começa a procurar quem é a mãe da criança e é diferente como o filme começa: com ele e os amigos procurando uma mulher para perguntar se ela teria leite para dar. Também é interessante quando Joon Soo tem a possibilidade de abandonar o bebê mas sua consciência não o deixa. E em outro momento Joon Soo vai à escola e tenta colocar seu bebê no armário para assistir às aulas…

No final nós sabemos que o filho é de um amigo pobre de Joon Soo que achou melhor deixar o filho com Joon Soo que teria mais condições para criá-lo. Kim Byul é Kim Byul (vdd) a garota que quando viu Joon Soo fez tudo o que faríamos quando estivéssemos frente a frente com Jang Geun Suk (ou não?) com direito a tirar uma foto dele no celular e dizer: “meu número de telefone é”. (Para mim essa é a melhor cena do filme):

Kim Byul é uma garota muito inteligente, muito mesmo, que desistiu de ir à escola exatamente por isso, por ser diferente. Mas por ter conhecido Geun Suk oops Joon Soo ela decidiu voltar a estudar (nada mais natural). É um filme muito s2 (lê-se éssedois), não tão ruim assim, que você pode simplesmente tirar algum prazer de um filme leve e engraçadinho com muitos closes de Jang Geun Suk (recomendo). Eu achei que teria mais romance entre os dois mas não teve nada. E já que não tenho mais nada a dizer e também não tenho mais o que fazer, só para garantir que posto vou encher de foto:

*** Conforme solicitado estou disponibilizando para download: Parte 1 e Parte 2(mediafire – rmvb)

100 days with mr. arrogant (K-movie)

Você que se baseia em níveis de audiência para assistir um drama coreano, já que para você os níveis de audiência definem o quão bom é determinado programa(?) então neste exato momento seu computador deverá pifar e nunca mais você poderá fazer qualquer download, sendo sua vida reduzida à assistir programas de altos níveis de audiência da TV aberta, VEJAMOS:
Pegue essas opções maravilhosas e faça bom aproveito! ~
100 dias com o Sr Arrogante me fez rir não da comédia, mas da cara desse filme. #sambei
Ha-Young (Ha Ji-Won) é abandonada pelo namorado no seu aniversário de 100 dias com ele. Fazendo o maior drama (lê-se interpretando toscando para parecer engraçado – SÓ QUE NÃO) por causa disso, ela vê uma lata de refrigerante na rua e chuta com toda força… então essa lata bate no carro de Hyung-Joon (Kim Jae Won) e depois acerta o carro dele e risca.
Ele exige que ela pague uma certa quantia em dinheiro. Ela escapa dele, deixando sua carteira para trás. Então ele começa a persegui-la na escola até que ela pague o dinheiro. (História muito comum em qualquer k drama por aí) Uma vez que ela é uma estudante do ensino médio e pobre, Hyung-Joon escreve um “Acordo de escravidão” para que ela assine, a fim de pagar os danos ao seu carro. Quando ela decide ir até a casa dele, ele diz que a senha é imitar uma Sailor Moon. E por aí vai.
Ha-Young é levada a viver uma vida de escrava por 100 dias, ou seja: cuidando da limpeza da casa dele, levando todas as suas compras, lavando o carro, etc. Por acidente, ela descobre que os danos ao carro Hyung-Joon só custavam R$ 10 e ele tinha dito um valor exorbitante! Ela então se prepara para uma vingança, não me lembro exatamente qual, mas ela tenta se livrar dele. E eles já estão mais próximos, ele compra um presente para ela quando completa os 100 dias, se não me engano, tem uma festa de comemoração bem engraçada.
Hyung-Joon aparece em sua casa como seu novo tutor! Mas só fica por um tempo porque acaba sendo descoberto pela mãe de Ha-Young. Ha-Young acaba de se apaixonar por ele, e ele vai embora (aka decide não vê-la mais). Então ela precisa estudar para passar na faculdade (ela decide entrar na mesma que ele), cria responsabilidade e fica algum tempo sem vê-lo.
O final é bobinho-fofinho-bonitinho em que ele prepara uma surpresa para ela quanto ao resultado da aprovação dela na faculdade. E a última cena, o roteirista segue à risca as instruções de Syd Field para um bom final que é “retornar à primeira cena dando ideia de continuidade, ciclo” quanto Ha-Young está dirigindo um carro e um garoto do colegial chuta uma lata de refrigerante e atinge o carro, então ela sai do carro para xingá-lo. Eu, particularmente, chorei litros com essa cena, porque o roteirista conseguiu, ELE CONSEGUIU, transformar uma boa dica em algo totalmente tosco.
Wikipédia says: “O título original coreano pode ser traduzido literalmente como “meu amor, o babaca”, ou, mais grosseiramente, como “meu amor, o sem-modos”: “My Love Ssagaji”
“Ó e agora, o que Jessica Jung acha disso?”

2. 100 days with Mr. Arrogant (K-movie)

Você que se baseia em níveis de audiência para assistir um drama coreano, já que para você os níveis de audiência definem o quão bom é determinado programa(?) então neste exato momento seu computador deverá pifar e nunca mais você poderá fazer qualquer download, sendo sua vida reduzida à assistir programas de altos níveis de audiência da TV aberta, VEJAMOS:
Pegue essas opções maravilhosas e faça bom aproveito! ~
100 dias com o Sr Arrogante me fez rir não da comédia, mas da cara desse filme.#sambei
Ha-Young (Ha Ji-Won) é abandonada pelo namorado no seu aniversário de 100 dias com ele. Fazendo o maior drama (lê-se interpretando toscando para parecer engraçado – SÓ QUE NÃO) por causa disso, ela vê uma lata de refrigerante na rua e chuta com toda força… então essa lata bate no carro de Hyung-Joon (Kim Jae Won) e depois acerta o carro dele e risca.
Ele exige que ela pague uma certa quantia em dinheiro. Ela escapa dele, deixando sua carteira para trás. Então ele começa a persegui-la na escola até que ela pague o dinheiro. (História muito comum em qualquer k drama por aí) Uma vez que ela é uma estudante do ensino médio e pobre, Hyung-Joon escreve um “Acordo de escravidão” para que ela assine, a fim de pagar os danos ao seu carro. Quando ela decide ir até a casa dele, ele diz que a senha é imitar uma Sailor Moon. E por aí vai.
Ha-Young é levada a viver uma vida de escrava por 100 dias, ou seja: cuidando da limpeza da casa dele, levando todas as suas compras, lavando o carro, etc. Por acidente, ela descobre que os danos ao carro Hyung-Joon só custavam R$ 10 e ele tinha dito um valor exorbitante! Ela então se prepara para uma vingança, não me lembro exatamente qual, mas ela tenta se livrar dele. E eles já estão mais próximos, ele compra um presente para ela quando completa os 100 dias, se não me engano, tem uma festa de comemoração bem engraçada.
Hyung-Joon aparece em sua casa como seu novo tutor! Mas só fica por um tempo porque acaba sendo descoberto pela mãe de Ha-Young. Ha-Young acaba de se apaixonar por ele, e ele vai embora (aka decide não vê-la mais). Então ela precisa estudar para passar na faculdade (ela decide entrar na mesma que ele), cria responsabilidade e fica algum tempo sem vê-lo.
O final é bobinho-fofinho-bonitinho em que ele prepara uma surpresa para ela quanto ao resultado da aprovação dela na faculdade. E a última cena, o roteirista segue à risca as instruções de Syd Field para um bom final que é “retornar à primeira cena dando ideia de continuidade, ciclo” quanto Ha-Young está dirigindo um carro e um garoto do colegial chuta uma lata de refrigerante e atinge o carro, então ela sai do carro para xingá-lo. Eu, particularmente, chorei litros com essa cena, porque o roteirista conseguiu, ELE CONSEGUIU, transformar uma boa dica em algo totalmente tosco.
Wikipédia says: “O título original coreano pode ser traduzido literalmente como “meu amor, o babaca”, ou, mais grosseiramente, como “meu amor, o sem-modos”: “My Love Ssagaji”