Browse Category: K-movie

10. Please, teach me English (K-movie)

Please teach me English foi um filme bem engraçadinho que assisti fim do ano passado. É interessante observar que a dificuldade de aprender qualquer outra língua a não ser a sua está presente em qualquer país. Os coreanos têm mais dificuldades com a pronúncia do inglês – e isso todos nós (que assistimos alguns doramas ou escutamos kpop) já sabemos.

Please teach me English

Quando fiz a minha primeira resenha de um filme coreano (He was cool) eu falei bem mal, não talvez porque fosse ultra ruim, mas porque o meu “ver o filme” não estava adaptado ao  “ver o filme coreano” assim como “vemos os filmes americanos” estilo sessão da tarde.

Screenshot_2013-12-20-21-23-48

Eu passei a entender um pouco, a entender não, a ver e a sentir o filme coreano e amá-lo como os filmes da sessão da tarde que assistia quando era criança e gostava. É no mesmo embalo. Você tem que se envolver e achar que toda aquela babaquice em cena, sim, é um filme razoável.

Screenshot_2013-12-20-21-23-12

Filme é qualquer caraminhola que saiu da cabeça da um cara. É tão brisa – como a cena das lutinhas de street fighter – tão impensável em uma metáfora como “você vai ou não vai aprender outra língua?” e tão saudosista que nos compra. Eu cai na risada sinceramente. Porque acima de tudo faz parte do medo de todo aquele que não tem o inglês como língua nativa. Querendo ou não, eu me vi na lutinha de street fighter sendo nocauteada.

Screenshot_2013-12-20-21-24-33

A história é simples. Uma funcionária pública, Na Young-ju (Lee Na-young), é obrigada a fazer um curso de inglês após um atendimento fracassado a um residente estrangeiro. Essa funcionária é tímida, quieta e quando abre a boca só sai as pérolas. Todos os personagens têm características bem ressaltadas para nos fazer rir é claro.

Screenshot_2013-12-20-21-24-23

O principal, Mun-su (Jang Hyuk), está na classe de inglês dela, é o tipo garanhão com suas cantadas bregas, mas no fundo não passa de pura pose. Ele trabalha em uma loja de sapatos e vai aprender a falar inglês para se comunicar com a irmã que mora nos Estados Unidos.

A funcionária pública se encanta com o “garanhão” e a partir de então só corre atrás dele. A professora de inglês a ajuda a conquistá-lo propiciando mais momentos juntos. Ele, acaba gostando dela realmente, porém Young Ju confunde e acha que a irmã é namorada dela.

Screenshot_2013-12-20-21-24-04

No final, temos um clímax muito bonitinho que nos rendeu este Enquanto isso… aqui. Mun Su, uma vez falando por falar disse à Young Ju que se amasse mesmo alguém só se declararia em inglês e ela teria que saber. No entanto, quando Mun Su corre atrás de Young Ju ele se declara em coreano. (Saranghae) É um momento muuuuito fofo pois ele se declara no melhor estilo: ele a persegue no metrô e dentro do vagão – se desculpe gritando “você acha que eu pegaria a minha irmã?” se declara para ela, calçando sapatos que comprou novos para ela.

Vamos combinar que se alguém te fala “saranghae” você simplesmente morre, enquanto escutando um simples e banalizado “I love you” ou “eu te amo” você boceja. E no final, um pouco – afirmando a cultura coreana – ele disse que dizer eu te amo em coreano soa muito melhor. Então ela pergunta gracejando: “e beijo fica melhor em inglês ou coreano?”.

Screenshot_2013-12-20-21-58-54

Este filme é um pouco como incentivo, talvez aos coreanos que não se aventuram, para aprender o inglês, outro idioma. As tiragens do final do filme mostram a turma de coreano após o curso. Todos eles conseguiram alguma coisa nova e boa graças ao aprendizado do inglês.

Eu confesso que não gosto de inglês e sei muito pouco, no entanto, precisamos dele para tudo! Por enquanto, vou ser como Mun Su e dizer que qualquer palavra fica melhor em coreano. ♥

PS.: Já viram e curtiram a página do Blog no facebook? É. Nos rendemos à modernidade. Curte lá: Blog TUDO ASFIXIA.

9. Introduction of Architecture (K-movie)

O K-movie é até que fofinho. Mas sabe? Fiquei com um ar de decepção assim que o filme foi avançando, avançando e não tive nenhuma expectativa suprida com êxito, devido, ao nome do k-movie. “Introdução à Arquitetura” (para qualquer um ou só para um estudante de arquitetura?) promete ser algo que revele um pouco do mundo mágico (?) da arquitetura (risos).

Primeiro, os agradecimentos ao Paulo do Oyasumi Dramas, que gentilmente, me mandou um link do filme para baixá-lo (o-la)…

Introdução à Arquitetura nada mais é que um first Love com fim mal resolvido. Tenho a impressão que filmes românticos coreanos são remakes e remakes de “first Love”s sendo mal resolvidos, interrompidos ou whatever.

a

Tinha que ter sido mais entende? Não tem como não pensar em como começamos o primeiro ano na faculdade. Não tem como não relembrar as primeiras aulas e nosso primeiro contato com a arquitetura. Que seja. Eu não tenho muita coisa boa para dizer. O que mais me lembro é aquela pergunta insuportável do primeiro dia: “mas por que você escolheu arquitetura?”, não basta ser jovem, revoltadinho e você ainda tem que escolher o que vai fazer da vida e ter uma resposta decente para que quando fizerem essa pergunta você ao menos não balbucie algo idiota.

A verdade é que ninguém sabe exatamente. Não adianta dizer que gosta de desenhar ou qualquer coisa do tipo. Mas em uma aula, na metade do segundo ano, sem saber muito o quê eu fazia ali, a professora de RESMAT disse que estávamos lá porque gostávamos de “habitar”. E, pá. Foi como um estalo. Eu não tenho dom para coisa e também nenhum tipo de talento em especial ou inteligência suficiente que tenha me motivado a entrar em arquitetura. Arquitetura para mim era a cidade. O que eu gosto mesmo é de morar. Foi o que me motivou. Mais precisamente a minha cama, o meu colchão, o meu edredom e também tenho quase certeza de que o meu sono também!!!

TN26ae71

Ao pensar em “introdução à Arquitetura” eu fiquei imaginando uma ode à cidade. Só poderia ser uma ODE à cidade. ODE. ODE. ODEEEE. Porque é assim que você começa. Você simplesmente tem uma percepção hiperbólica da cidade e de todos os seus meios urbanos. E depois você simplesmente mergulha nisso.

O filme, também conhecido como Architecture 101, Introduction of Architecture e Geonchukhakgaeron, é uma história de amor, entre  Seung Min (Uhm Tae-Woong) e Seo Yeon (Han Ga-In). O filme começa com Seo Yeon indo procurá-lo para construir/restaurar sua casa. Ele não a reconhece de primeira, ela, era seu primeiro amor.

8484ebb4e8a848a995342d86e50928c9

15 anos atrás, Seung Min (Lee Je-Hoon, de Fashion King) estava assistindo às aulas de introdução à arquitetura e foi lá que conheceu Seo Yeon (Bae Suzy) (ela faz música), por morarem no mesmo bairro e por um trabalho dessa aula, que fazia com que o aluno saísse pelo bairro, conhecendo e fotografando, “numa experiência única de vivência na cidade” (como diria qualquer professor de arquitetura).
Assim sendo, eu esperava mais “dessa” participação da arquitetura na vida e nos projetos dos personagens. Eu queria que a arquitetura estivesse mais exposta e não fosse tão banalmente tratada como pano de fundo. Sei lá. Era, pra mim, conhecer mais da cidade e se perder em meio à ela… um pouco como nos filmes de Woody Allen.
fullsizephoto218041
O filme mostra precariamente a interação que o arquiteto tem que estabelecer com o morador da casa que está projetando, para que aquelas percepções estejam inseridas no projeto, também porque a cliente já é um “pouco” conhecida…
Seung Min, está para se casar e acaba aceitando em fazer o projeto da casa de Seo Yeon. Como nem tudo é perfeito, o filme intercala flashbacks de velhas lembranças de amor e dos desencontros entre Seung Min e Seo Yeon e os dias atuais. É um filme bonitinho, com belas fotografias.
fullsizephoto222421
O fim, conto porque sou chata e não quero deixar vocês iludidos, termina com a mudança de Seo Yeon para sua nova casa com seu pai (ele está doente e é lá que vai passar seus últimos dias) e o casamento e a ida de Seung Min para os EUA. Por mais que Seo Yeon tenha voltado e feito Seung Min relembrar o passado, ele também se manteve firme em sua decisão (mesmo a beijando e perguntando por que ela voltou) e ela nos disse porque não deveria ser levada à sério “por curiosidade”, ou seja, por pura falta do que fazer. Passado é passado. E esse filme não me conquistou tanto assim porque já faz 4 anos que a arquitetura está tentando em vão ~~

8. The man from nowhere (K-movie)

The man from nowhere ou Ajeossi (2010) é um filme coreano muito aclamado, indicado a categoria de melhores efeitos visuais e que saiu boatos por aí que teria versão americana do filme.

A vizinha de apartamento do nosso “man from nowhere” é uma dançarina de boate, tem uma filha (Somee), é usuária de drogas e se mete em confusão ao interceptar um pacote de drogas de traficantes de drogas e de órgãos. A única coisa que sabemos do “man from nowhere” logo de cara é que ele se fazendo de durão e tem um passado obscuro é realmente sexy. Bin Won é o nome dele. (confiraaaaaaaam)

“The man from nowhere” tem um relacionamento paternal com a filha da vizinha que vive jogada pela rua e furtando em lojas. Já no começo sabemos que ele perdeu pessoas importantes de sua vida (esposa grávida) e resolveu viver “em refúgio”.

A dançarina Park Hae Jung colocou a droga na bag da câmera fotográfica do “man from nowhere”. Essa droga que ela interceptou para ganhar um lucro de 50% era para um grupo de traficantes liderados por Oh Myung Kyu de dois irmãos traficantes de órgãos. Eles conseguem chegar até ela e até o “man from nowhere”, raptam ela e sua filha, enquanto o “man from nowhere” tenta negociar com os dois irmãos traficantes (Jong Suk e Suk Man). É aqui que sabemos o “man from nowhere” sabe lutar e fica muito bem de preto.

Então a coisa muda de figura quando os dois traficantes o usam como laranja para entregar a droga para o Oh Myung Kyu e acionar a polícia. Eles prometem ao “man from nowhere” que entregaram a menina e a dançarina depois que ele entregar a droga. Deram um carro preto para que ele fosse até o local, a polícia chegou e Oh Myung Kyu estava conseguindo fugir e o “man from nowhere” estava atrás dele quando o porta-malas de seu carro abriu e ele viu… a dançarina morta e remendada, sem órgãos. De longe, o melhor momento do filme!

Os homens de Oh Myung Kyu foram presos e o nosso “man” também. Só agora que descobrimos que o nome do nosso “man” é Shik Cha Tae e é então que nós sabemos que seus dados foram “bloqueados”. Ele se lembra da garotinha e foge da prisão.

Dois policiais começam a investigar o caso e principalmente sobre Shik Cha Tae. Sabemos então que Shik Cha Tae é um ex-agente de uma divisão chamada UDU na qual  participava de várias operações secretas. Ele também foi instrutor de artes marciais. Sua missão era desestabilizar as linhas inimigas. Ele é “extremamente brutal” então vocês já podem começar a imaginar as cenas de pancadaria e sangue.

Os dois traficantes de órgãos dão a menina para uma velha que tem várias crianças em sua casa, todos as crianças são filhas de quem tem dívida com eles, assim eles as mantêm para entrega de drogas e também depois para extrair as córneas.

Sem ter o que perder ou com que se comprometer o ajeossi vai atrás da garotinha para salvá-la, matando todos a caminho. Nada que já não vimos antes em filmes de ação em geral. Mas há uma qualidade ímpar de efeitos visuais, sonoros e de fotografia, tudo está muito bem explorado de maneira que você fique sempre à flor da pele, com o coração na mão.

Beijos e abraços para a dupla de traficantes de órgãos que fizeram ótimos vilões. Acho que nós não precisamos ficar aqui discutindo “o que o diretor quis dizer com isso” e fazer análises mirabolantes a respeito do filme. Sobre dor, sobre degradação, sobre limite. Aceitem, uma história é apenas uma história.

Download (tradução de animesxgames):

Parte 1 Parte 2Parte 3Parte 4

7. I’m a cyborg, but that’s ok (K-movie)

I'm a cyborg but that's ok

O tema “loucura” sempre foi explorado em filmes e livros. Há aqueles clássicos que sempre fizeram o maior sucesso. Como Carta de um louco de Guy de Maupassant (LUV), O alienista de Machado de Assis,  e filmes como Um estranho no ninho… Na cova da Serpente, O Solista, Numb e tantos outros filmes de paranoia e psicose que com certeza estão invadindo a sua mente neste momento…

I'm a cyborg but that is ok

Poster Im a cyborg but thats ok

Cha Young-goon (Lim Su-Jeong) é hospitalizada numa clínica psiquiátrica, por acreditar que é uma ciborgue. Mas, ela tem “histórico de loucura” pois sua avó, que tanto gostava – e era mais ligada a ela do que a própria mãe – achava que era um rato.

I'm a cyborg but that's ok

Cha Young, na clínica em que é internada por tentativa de suicídio, recusa toda a comida que lhe oferecem, preferindo carregar as “baterias” através de um transistor. Cha usa a dentadura da avó e fala com todos os aparelhos eletrônicos.

I'm a cyborg but that's ok

Depois que internaram sua avó e elas nunca mais se viram e Young não conseguiu dar a dentadura para avó, Young piorou, ela acredita que seu objetivo na clínica psiquiátrica é matar os homens de branco.

I'm a cyborg but that's ok

O legal do filme é que se passa em uma clínica psiquiátrica e temos várias histórias absurdas e comportamentos irreverentes de pacientes ali internados, não fosse só isso, vemos no filme a realidade deles e não a nossa (não loucos). Foi isso que “inovou”: você não os vê como loucos exóticos e sem sentido, você os vê como eles mesmos os veem e ao mesmo tempo você perde a ideia de loucura (ou não).

I'm a cyborg but that's ok

Temos um homem que só pede desculpas, uma gordinha que tem meias voadoras, uma garota com uma voz bonita que fica se olhando no espelho toda hora, uma contadora de histórias… É uma realidade alternativa, em que eles acreditam e vivem… por que não real? Filmes assim colocam em choque as convenções e nos mostram o que “os loucos” também são acima de tudo, humanos, mas que têm uma ideia do real “diferente”, para não dizer surreal, distorcida por traumas etc. etc.

I'm a cyborg but that's ok

Desde o começo do filme quando nos apresentam os pacientes já não temos uma fonte confiável. É a louca contadora de histórias que nos diz as mais absurdas coisas sobre os pacientes. Depois, só temos nossas próprias impressões a respeito de todos os personagens.

I'm a cyborg but that's ok

Não temos noção do que é e do que não é. Os diálogos e ações apenas nos apontam um caminho e tiramos conclusões a respeito, o que torna o filme bem enigmático e bonito de ver.

I'm a cyborg but that's ok

Young-goon chama a atenção de Park Il-soon (Rain aka Jung Ji-Hoon — LUV U), um paciente com uma máscara, que após sua mãe tê-lo deixado aos 15 anos, ele virou ladrão, rouba tudo que vê e tem obsessão por escovar os dentes (uma vez que foi a única coisa que sua mãe disse a ele antes de partir). II-soon, de maneira sem igual, vê o problema de Young-goon que é não comer e tenta ajudá-la para que ela não adoeça.

Achei incrivelmente atraente e belo. Até o amor de ll-soon por Young goon é explorado com delicadeza e pureza. É engraçado como temos simpatia por pessoas loucas e como eles, no filme, sendo todos loucos conseguiam não ridicularizar um a loucura do outro, mas conviver com ela e até mesmo compartilhar dela… porque um louco com sua loucura parece tão sozinho e incompreendido (às vezes como todos nós).

I'm a cyborg but that's okI'm a cyborg but that's ok

A montagem do filme, a fotografia, as posições de câmera. Nota 10. Como Young goon confiava mais na avó do que em qualquer outra coisa, ela sempre perguntava para sua avó qual o propósito de sua vida, qual sua missão, mas nunca conseguiu ouvir direto o que sua avó dizia. No final, ela e Il-soon descobrem… mas o resultado não é bom…

I'm a cyborg but that's ok

E assim como um começo do filme é com uma pontada no coração e um sussurro de “nãaaao” que você se despede desses personagens cativadores.

I'm a cyborg but that's ok

Você até se sente um pouco esquizofrênico depois que vê o filme. Mas afinal, o que são os sonhos não é mesmo?

I'm a cyborg but that's ok

I'm a cyborg but that's ok

6. You are my pet (K-movie)

Nada como perder o nosso precioso tempo assistindo qualquer coisa que só podemos chamar de merda. JGS que me perdoe, mas já não posso mais admitir que os filmes em que ele atua seja essa merda toda. Estou realmente #chatiada. #CHATIADA. Já não posso mais aguentar esses filmes sem história, sem ação, isso está me deixando nervosa. Nervosa, eu estou ficando NERVOSA!!!!1!!

Não aguento mais filme comercial que já não zela por seus telespectadores sambando na cara deles com essas não-histórias, sucessão de cenas corriqueiras sem sentimentos e completamente sem coerência se valendo apenas por um ator consagrado… Se por acaso eles não sabem DEVO DIZER ENTÃO: UM ator consagrado NÃO basta tem que ser no mínimo DOIS, e já que preferem fazer assim, coloque os atores em cena e os deixe improvisar, na boa.

Esse filme foi tenso. Mas ele foi baseado em um mangá??!? Seria Yayoi Ogawa tão ruim assim??!? Fiquei me perguntando por quê, MAS POR QUÊEEE o JGS tinha que usar um cabelo grande com uma coloração horrível? O JGS não combinou com esse cabelo. Ele é lindo e maravilhoso, mas não se pode exagerar no desleixo-descolado-cool para parecer um cachorro. Realmente, cadê o romance? Cordei, kd romance?

Não vi. Só vi uma principal zuadinha (Ji Eun-Yi aka Kim Ha-neul) que apesar da idade não tinha noção de nada, sem emoção, sem expressão, apática e idiota. JGS se encantou do nada por ela e ela do nada por ele, pode se dizer que pela convivência, mas esperar que eu invente/imagine o romance alheio é querer demais.

Quero romance na tela, NA TELA. Devo dizer, MAS QUE DROGA FOI ESSE FILME?? Vi muita gente comentando sobre ele e muitos não gostaram, mas não imaginei que fosse um horror. O roteirista não se decidiu até agora se focava mais na concepção amor pelo amante X amor pelo animal de estimação, na questão da principal: tenho 30 anos, sou bem resolvida e não quero problemas e tem um cara da minha idade gostando de mim (belíssimo Cha Woo Seong), mas prefiro o novinho que não me leva para ver museus chatos com papo tedioso e sim para um parque de diversão e com ele me sinto mais à vontade. Todas essas questões foram mal desenvolvidas. De novo, KD romance?

Fiquei esperando aqueeele romance dahora com a premissa de fantasia sexual com animal de estimação só que não foi dessa vez né galera? O tema tinha um potencial grande a ser desenvolvido e poderia chegar a ser até polêmico. Porque convenhamos que “você é o meu animal de estimação”, “você é um cachorro” só podia ser fantasia sexual da moça. Mas dizem que o filme causou alvoroço porque tem cena do beijo do JGS e uma cena dele na banheira?! AH PARA NÉ. Eu não vi nada. ¬¬

As cenas entre os dois principais foram altamente desperdiçadas. Poderia ter sido muito mais quente, aliás não teve clima nenhum. Nem teve beijo, mas que droga! No final do filme eu me perguntei: “Mas peraí eles se gostavam mesmo?”

A principal chata e idiota que o evitava o tempo todo e o batia frequentemente só fez desperdiçar momentos lindos de vermos JGS cut cut.

Estamos todos CHATIADOS. Coloquei uma expectativa super alta para o filme e tive uma queda brusca. Acho que JGS é desperdiçado com filmes como esse, ele tem aquele potencial incrível como ator e poderia constantemente se superar, mas não. Fico pensando quando JGS vai “crescer” na visão desses diretores para o chamarem para fazer outros papéis, mais underground, mais power, mais contestador como sua performance musical anda sendo (ou não).

CHATIADA COM O DESPERDÍCIO DO JGS.

Eu estou realmente NERVOSA, NERVOSA. Só não vou dizer que tenho raiva rs. AU AU JGS Vem ni mim. Até eu escrevendo consigo um clima muito mais tenso entre mim e o JGS que todo aquele filme tosco.

Au Au se eu te pego, JGS. Já que a Kim Ha Neul mostrou que não tem pegada. PÔ MEU ASSIM NÃO DÁ.