37. Who are you (K-drama)

Este meu blog de mágoas. Mágoas. Mágoas. Conjugo-as, mágoas. Conjugo-as eternas. Mágoas. Mágoas. Mágoas. Tenho muitas mágoas. Principalmente quando estou em meio a perder meu tempo e minhas emoções. Sabe, realmente, realmente eu não posso perdê-las com isso. Simplesmente isso.

 

Não sei o que me ocorre, mas tenho de fato essa mania de escrever justamente quando tenho mágoas, mágoas muitas mágoas ou raiva. Estou realmente insatisfeita quanto a isso. Mágoas, muitas mágoas. Esse drama Who are you realmente quebrou as minhas pernas tanto quanto Big, na mesma proporção de decepção ou descaso. TUDO começa lindo e maravilhoso quando não acaba bem. Não acaba bem porque não suprem a nossa expectativa. E, deixa eu falar uma coisa: quando não suprem a nossa expectativa nós nos afogamos em mágoas, mágoas muitas mágoas.

 

Meu termo neste caso e em tantos outros da vida, já não é CHATIADA e sim, MAGOADA. Podemos dizer até INJURIADA. Realmente, levem como quiser, mas estamos assim em um momento que o descaso já nos consome e que só damos graças a Deus por termos essas mágoas.

 

A história em si oferece a novidade de nossa personagem principal ter dois amores hihi. Um que ela ia se casar e morrer e outro, que encontrou após voltar de um coma de 6 anos. É linda a maneira como é representada sua relação de amor com o nosso gatíssimo lindíssimo Kim Jae Wook (Lee Hyung-Joon).

 

Já a interpretação de TaecYeon (Cha Gun Woo) e seu romance com So E Hyun (Yang Shi On) não é lá essas coisas. Não sei se foi só eu, mas não pude sentir isso (o romance).

Depois de voltar do coma Yang Shi On começar a ver espíritos de mortos que têm mistérios a serem resolvidos, injustiças, pendências com a vida anterior. Tendo como pano de fundo o departamento de polícia de achados e perdidos, Shi On e Gun Woo vão em busca de solucionar os mistérios (das pessoas mortas) que envolvem através de itens perdidos.

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Shi On tem como “fontes” para solucionar esses casos as próprias pessoas mortas, é através delas que encontra seus pedaços corpos enterrados, congelados (uma coisa meio Dexter), enfim provas e lugares.

Até o episódio 6, a amarração da história com os mistérios a serem solucionados e o “grande mistério” que envolvem todo o drama (por que e por quem Lee Hyung Joon foi morto) nos fazem achar o drama surpreendente e divino. Mas começa a diminuir o ritmo, nosso interesse pelos mistérios, e a história do “grande mistério” me parece falha e sem grande complexidade.

 

Na esperança de explorar ao máximo o suspense, passamos vários se que nada andasse. Depois temos a prisão do policial amigo Choi Moon-Sik (Kim Chang-Wan) de Hyung Joon e Gun Woo como autor do assassinato de Hyung Joon e cúmplice de uma grande organização criminosa composta de policiais (como em Ghost). Porém, após a prisão do policial o sentido da história se perde, a ação morre e a autora tenta explorar mais o romance.

 

Shi On não consegue esquecer Hyung Joon (belas cenas entre os dois, grande casal) e somos invadidos de muitos flashbacks e cenas românticas fofas. Então descobrimos que ele ainda está vivo, em coma, e a aguarda para o último adeus. Nós nos emocionamos muito com essa despedida etc etc e depois também ela já tem Gun Woo a esperando para ampará-la dessa perda. E que perda, hein amigas.

 

A grande sensação como atriz coadjuvante foi a Kim Ye-Won que interpretou Jang Hee-Bin, uma médium astuta e fajuta que conseguia ver Hyung Joon em espírito e falar com ele – eu diria tão sensação que agora ela interpreta uma personagem semelhante em Beautiful Man e lhe caiu como uma luva.

Apesar dos bons atores esse drama nos decepcionou pela promessa de poder ser muito melhor, como muitos por aí, 7 pra ele.

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